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Webinar gratuito discute investimentos em tecnologia e negócios inovadores da Amazônia

Fonte: Radar Amazônico

Para discutir o desenvolvimento de uma agenda de bioeconomia e investimentos de impacto para a Amazônia, o Webinar será realizado na próxima quinta-feira (17), a partir das 15h. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas através do link: bit.ly/debate-bioeconomia.

A proposta é discutir a bioeconomia como agente de inovação para empresas, formas de conectar as inovações aos marcos regulatórios existentes e o potencial de desenvolvimento de biotecnologias disruptivas para Amazônia.

O evento será moderado pelo diretor-técnico do Idesam, Carlos Koury, e terá a participação da secretária executiva de Ciência, Tecnologia e Inovação do Amazonas, Tatiana Schor, do coordenador de Articulação e Acompanhamento da Política Tecnológica da Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa), Leopoldo Montenegro Júnior, e do Gerente de Controladoria, BP, Compras, Vendas e P&D do Denso Industrial da Amazônia LTDA, Sergio Nakazawa.

O webinar é o segundo de uma série de cinco eventos virtuais intitulada “A Nova Economia da Amazônia”, realizada pelo Idesam, em parceria com a Revista Página22 e outras organizações, para colocar em pauta as oportunidades de investimentos em negócios de impacto e serviços ambientais na região, ampliando também o engajamento das empresas da Zona Franca de Manaus (ZFM) na agenda de bioeconomia, através do Programa Prioritário de Bioeconomia (PPBio), conectado à Suframa.

O PPBio é um dos quatro programas prioritários criados para o aporte de parte dos investimentos em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) oriundos da Lei de Informática, na área de atuação da Suframa. O mecanismo conecta pesquisadores a empresas investidoras, impulsionando soluções para que a biodiversidade se transforme em produtos nas áreas de biotecnologia, tratamento de resíduos, biocosméticos, alimentos, construção civil, entre outros.

A bioeconomia, modelo econômico que se baseia na sustentabilidade, deve ajudar a região amazônica – que representa aproximadamente 60% do território brasileiro – a dar um salto em sua participação no Produto Interno Bruto (PIB), hoje de apenas 8%, gerando renda a partir da biodiversidade, sem a necessidade de derrubar ou queimar a floresta.

(*) Informações da Assessoria

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