24/03/2026
Lideranças do setor produtivo e dirigentes das instituições industriais do Estado do Estado marcaram presença, no Congresso Nacional, nesta terça-feira (24 de março) no lançamento da Agenda Legislativa da Indústria 2026.
O evento, coordenado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), contou com a participação do presidente da Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (FIEAM), Antônio Silva, e do presidente do Conselho Superior do Centro das Indústrias do Estado do Amazonas (CIEAM), Luiz Augusto Rocha.
Os dirigentes reforçaram a convergência entre as pautas nacionais e as particularidades da região Norte, especialmente a agenda da indústria da Zona Franca de Manaus.
Para o presidente do CIEAM, Luiz Augusto Rocha, a continuidade dessa iniciativa, que chega à sua 31ª edição, é fundamental para o fortalecimento do setor.
"É importante que essa pauta tão significativa seja lançada no Senado Federal e na Câmara dos Deputados e possa reverberar para o Brasil também a agenda da indústria do Estado do Amazonas, que é uma agenda distinta e peculiar", declarou Rocha.
Agenda Amazonas
Ambos os presidentes confirmaram que o debate será levado para o âmbito regional no próximo mês. No dia 08 de abril, a Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (ALEAM) sediará o lançamento da Agenda Legislativa da Indústria do Estado do Amazonas, focada nas demandas locais do setor produtivo.
“Então, é importante que, com essa pauta tão significativa lançada no Congresso Nacional, possamos reverberar para o Brasil também a agenda da indústria do Estado do Amazonas, que é uma agenda distinta, peculiar, mas certamente complementar e também de interesse do nosso país”, ressaltou o presidente da CIEAM, Luiz Augusto Rocha,
Papel da indústria
O presidente da FIEAM, Antônio Silva, destacou o papel nacional da Agenda Legislativa da Indústria e disse que o lançamento, na Câmara dos Deputados, serve para pôr em evidência as pautas da indústria ao corpo legislativo nacional.
“Estamos aqui com as nossas principais reivindicações, o anseio de toda a indústria de ajustar as medidas legislativas, Propostas de Emendas à Constituição, projetos de leis ordinárias e complementares que impactam diretamente a produtividade e o próprio bolso do brasileiro”, acentuou Antônio Silva.
Propostas da CNI
A 31ª edição da Agenda Legislativa da Indústria, lançada nesta quarta-feira (24 de março), pela CNI, monitora 135 projetos estratégicos no Congresso Nacional.
Desse total, o setor industrial apoia 81 iniciativas (60%) e diverge de 54 (40%). Além disso, a entidade definiu 15 propostas como prioritárias para 2026, com foco em competitividade, infraestrutura e questões trabalhistas.
A Pauta Mínima da Indústria inclui o marco legal da política industrial, a nova lei geral de concessões, o apoio ao Acordo Mercosul-União Europeia e a regulamentação da inteligência artificial.
Têm o apoio da CNI projetos que visam a desburocratização, segurança jurídica e atração de investimentos. No entanto, a indústria brasileira se posiciona contra a redução da jornada de trabalho (PEC da escala 6x1) e contra a PEC de Fiscalização das Agências Reguladoras.
O documento foi construído com a participação de federações estaduais, associações setoriais e sindicatos, com o objetivo de reduzir o “Custo Brasil” e fomentar a reindustrialização
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