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O regabofe fiscal e a maledicência concentrada

Enquanto o governo federal segue pilhando os pilares da economia do Amazonas, confiscando mais ainda sua renda, empregos e oportunidades, sua base aliada, como raposas famintas, guardam o galinheiro do regabofe fiscal eleitoral. Não bastou jogar nas costas da ZFM a conta do desastroso acordo com os caminhoneiros. Agora, o avanço é o da difamação. No regabofe constam 42 projetos que tramitam nas Comissões, portanto, não vão passar pelo Plenário. Ninguém está preocupado com nada além do próprio umbigo eleitoreiro. Dados divulgados pela mídia nacional apontam o “liberou geral” para assegurar a reeleição da confraria. A última etapa da pilhagem federal, ao mesmo tempo, é levantar suspeitas de fraude contra quem aqui trabalha, gera emprego e renda e ainda exporta para os cofres federais mais de 54% da riqueza aqui produzida. Mais uma vez, a imprensa das teclas de aluguel põe a ZFM sob a mira da difamação. Ora, se há sonegação que se demonstre por A+B e que sejam punidos exemplarmente os responsáveis.

Portfólio de transparência e benefícios

De uma coisa estamos certos: sonegação não faz parte da tradição empreendedora deste Estado, onde empresas de ilibada reputação contribuem para gerar benefícios, incluindo a proteção florestal. Não há Estado mais vigiado do que o Amazonas e sua economia incentivada. Se insinuam que as engarrafadoras de bebidas ou sucos, terceirizadas pelas multinacionais, estão cobrando créditos fiscais inexistentes, ninguém prova a maledicência. Nem provará. Empresas como o Grupo Simões são referência de luta, conquistas e distribuição de benefícios para a Amazônia, contribuintes exemplares e com um portfólio de transparência sem precedentes. Sigam o dinheiro e confirmem quem está atrás desta campanha sórdida contra o Amazonas.

Dolo e folia fiscal


O noticiário nacional está pontuado de contravenções dos concorrentes dos concentrados regionais. Aqueles estão presentes em operações policiais de grande porte. Entre essas operações estão aquelas que investigam o paradeiro de 1 trilhão do BNDES que, de 2009 a 2014, “fomentou” a aceleração do desenvolvimento nacional para alguns afilhados. E sabe onde ficou 25% desta bagatela? Na região mais desenvolvida do país, o Sudeste brasileiro, onde funcionam as empreiteiras que estão sob delação premiada. Daí o maior imbróglio de esgotamento das finanças do Estado brasileiro. Isso deve ser revisto, com certeza, mas não o conjunto de benefícios que o Amazonas devolve ao contribuinte, ao país e ao clima do planeta com menos de 10% dos incentivos federais. Está na hora de rever a ética da informação e do esclarecimento e sacudir a leviandade e a produção de fake news. Cessem de ignorar informações sobre os benefícios que o Brasil e o Planeta recebem desta região ignota e maltratada pela maledicência.

Ação Judicial neles!!

Temos orgulho de exibir o Acórdão 608/2016, do TCU, fruto de extensa auditoria, que reconhece o desempenho da Suframa e recomenda ao Poder Executivo assegurar plenas condições para que a autarquia coordene as ações da presença federal na região. Ora, ninguém recomenda expandir atribuições de uma Autarquia que não seja exemplar na geração de oportunidades com isenção fiscal. Outro Acórdão, o de nº 2.388/2017, do TCU, exalta a Suframa e instrui o Ministério da Indústria a elaborar medidas de recursos humanos e financeiros para ampliar os benefícios da ZFM. A ONU, a União Europeia, a Organização Mundial do Comércio reverenciam esta economia, destacam seus acertos Socioambientais do Amazonas com sua discreta contrapartida fiscal e só a mídia do teclado alugado nos difama. Ação judicial neles!!!

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Esta Coluna é publicada às quartas, quintas e sextas-feiras, de responsabilidade do CIEAM. Editor responsável: Alfredo MR Lopes. cieam@cieam.com.br

Publicada no Jornal do Commercio do dia 11/07/2018



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