Indicadores Industriais

Estudo FGV - Zona Franca de Manaus Impactos, Efetividade e Oportunidades

Terminamos um trabalho de 8 meses com a FGV – Fundação Getúlio Vargas que foca as atividades do estado do Amazonas e da ZFM, seus impactos e efeitos. Um custoso estudo acadêmico, profissional e privado patrocinado pela ABRACICLO, BEMOL, CIEAM, DD&L, ELETROS, FIEAM, FOGAS, SINAES, e WHIRLPOOL.

Esperamos que este único e inédito trabalho responda e esclareça definitivamente questões importantes da região e que influencie em futuras, esperamos que acertadas, decisões tanto no governo estadual quanto no federal.

Algumas conclusões amplamente explicadas no anexo:

• Quanto menor foi a atividade industrial na ZFM, maior o desmatamento no Estado;

• Em percentual dos gastos tributários totais do país, ZFM caiu de 17,1%, em 2009, para 8,5%, em 2018. Este percentual nominalmente vem caindo enquanto o resto do pais aumenta;

A arrecadação federal do Amazonas compensa, em parte, as renúncias da ZFM;

Presença da indústria na região permite a geração de elevada arrecadação estadual e municipal;

Segundo o IBGE, o Amazonas é o 3º Estado com maior participação dos tributos no PIB Estadual;

• Amazonas é o 7º Estado com maior participação na Arrecadação Federal em relação ao PIB Estadual;

Para cada R$ 1,0 gasto com incentivos para a ZFM, a renda da região metropolitana de Manaus cresce mais do que R$1,0. No Brasil, na média geral, gastos governamentais tem multiplicador fiscal bem inferior a unidade;

• Criação da ZFM permitiu a constituição de um sofisticado parque industrial na região;

• O quanto se adiciona de valor no estado de Amazonas 49,2%, no restante do Brasil está em 43,6%;

• A indústria no Amazonas agrega mais valor por cada R$1,0 produzido do que a média da indústria de transformação brasileira;

• Promoveu o crescimento da renda per capita acima da média nacional;

• Em 2010, a renda per capita do São Paulo (R$30 mil) era 1,8 vezes maior do que a do Amazonas (R$17 mil). Em 1970, no começo da ZFM, a renda per capita de São Paulo (R$17,4 mil) era 7 vezes maior do que a do Amazonas;

• Proporcionou a expansão da escolaridade na região;

• A escolaridade média dentre os trabalhadores da indústria de Manaus é cerca de 3 anos superior a média se ela não existisse;

• Melhoria da infraestrutura e nas condições de moradia da população;

• Representatividade do emprego formal na RM de Manaus é significativamente maior do que nas regiões que formam o grupo de controle;

• Os salários na indústria se mantém estável e acima da média.

Faça bom uso e divulgue onde achar necessário e importante.

Atenciosamente

Wilson Périco

Presidente do Centro da Indústria do Estado do Amazonas - CIEAM




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