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Associada do CIEAM, YAMAHA abre as portas para divulgar crescimento e investimentos sociais

Fonte: Comunicação CIEAM e Assessoria Yamaha

Diretor Executivo do CIEAM, Ronaldo Mota, ao centro.

Diretor-Executivo do CIEAM, Ronaldo Mota esteve presente na abertura do evento na fábrica. Foto: Fabíola Abess

O CIEAM - Centro da Indústria do Estado do Amazonas, representado por seu Diretor Executivo Ronaldo Mota e por sua Assessoria de Imprensa Fabíola Abess, participaram nesta quinta-feira, 23, de entrevista coletiva na sede da Associada YAMAHA MOTOR DA AMAZÔNIA, localizada no Polo Industrial de Manaus. Nesta oportunidade foi realizado uma visita na sede da empresa, que abriu suas portas para mostrar que a marca é muito mais que uma revendedora ou montadora de motos: "...somos uma empresa que gera renda e recursos para a sociedade e essa é uma preocupação tão grande quanto a que temos com a qualidade dos produtos e a segurança dos nossos funcionários (...) A ideia é mostrar um pouco da nossa casa e oferecer conteúdo que represente a Zona Franca, desejamos ser porta-vozes dessa defesa do modelo ZFM porque realmente sabemos a importância deste polo industrial para a região (...)”, frisou o Gerente Executivo da planta em Manaus, Anderson Chaves.


Gerente Executivo da planta em Manaus, Anderson Chaves, apresenta ações de responsabilidade social da Yamaha no PIM. Foto: Fabíola Abess

Crescimento de produção e vendas

Durante a apresentação aos jornalistas, Chaves apresentou informações históricas da empresa japonesa que completa este ano 50 anos de Brasil e 35 anos de Manaus, sendo a primeira fabricante de motocicletas a se instalar efetivamente no País. Há 65 anos, a Yamaha é conhecida mundialmente pelos motores, mas foi fabricando instrumentos musicais que começou as suas atividades, em 1887. A empresa passou a fabricar motocicletas em 1955, lançando a YA-1, a famosa Libélula. No Brasil, o primeiro modelo nacional foi a Yamaha RD 50, a "cinquentinha". Além de motocicletas, a empresa também produz motores de popa e é a única a fabricar o produto neste segmento no Brasil.

O Grupo Yamaha Motor do Brasil exporta para os Estados Unidos, Canadá, Japão, Oceania e para o Mercosul e Europa. Em 2019, fechou o ano com um total de 153 mil unidades produzidas no Polo Industrial de Manaus. O número é 0,91% maior em relação ao mesmo período de 2018, quando o volume produzido foi de 151.744 mil, um aumento em 1.381 unidades. As vendas no atacado representaram 149.124 unidades em relação a 2018, um crescimento de 9%, enquanto no varejo foi de 17% em relação ao ano anterior com 22.261 unidades a mais, os dados foram apresentados pelo gerente de relações institucionais da Yamaha, Afonso Cagnino.

Jornalistas testam motocicleta no Laboratório de Emissões de Gases, que segue padrão mundial.

Jornalistas testam motocicleta no Laboratório de Emissões de Gases, que segue padrão mundial. Foto: Fabíola Abess

Envolvimento com a comunidade e sustentabilidade

A responsabilidade ambiental vem contribuindo com as inúmeras atividades realizadas junto aos seus colaboradores, familiares de seus colaboradores e a sociedade. A empresa atua com o intuito de ser influenciadora do conceito que busca manter a floresta em pé. Cem por cento dos resíduos gerados pela empresa no Amazonas recebem tratamento e ajudam a manter o meio ambiente saudável. Uma das diretrizes da Yamaha Mundial é que todas as suas plantas em todo o mundo reduzam de 50% de seus resíduos gerados nas fábricas até 2050, baseado no que era gerado em 2010.

Entre as implantações para atingir essa meta, está um moderno e exclusivo rack metálico retornável, um sistema inovador de transporte de motocicletas, implantado em setembro de 2014. O processo de transporte antes era em caixas de aço com papelão, que eram descartáveis, ou seja, resíduos gerados no fim do processo, com o novo processo, 88% da população é transportada nos racks retornáveis. Após a implementação do projeto, em 2014, aproximadamente 5 mil e 200 toneladas de aço deixaram de ser resíduos produzidos.

Jovens recebem formação profissionalizante

O Programa Oficina Escola Mecânica de Motocicletas foram jovens em parceria com o Pró-Menor Dom Bosco, em situação de vulnerabilidade social, em curso técnico profissionalizante reconhecido pelo Ministério da Educação (MEC) e os torna aptos a atuarem no segmento de Duas Rodas, além de formá-los como cidadãos, pois trabalha três aspectos principais: o legal, o social e o econômico.

O curso tem duração de dois anos, sendo um ano (800h) de aulas teóricas no Pró-Menor Dom Bosco e um ano de aulas práticas na Yamaha, em que os alunos trabalham efetivamente como Jovens Aprendizes, exercitando os conhecimentos sobre mecânica de motocicletas, além de conhecerem sobre gestão, princípios, valores e a cultura organizacional e serem inseridos no mercado de trabalho. Desde a sua implementação no ano de 2005, já são 528 alunos formados, representando 74,20% do total de Jovens Aprendizes da empresa. A cada ano, em torno de 20% são efetivados pela Yamaha e passam a desenvolver um plano de carreira na empresa. Este projeto já rendeu três prêmios à Yamaha: Prêmio Construindo a Nação - SESI (2011/12) e Prêmio Ser Humano - ABRH-AM (2012), ambos locais, e o Prêmio Ser Humano - ABRH Brasil (2015), em nível nacional.

O projeto é uma forma de agradecimento à sociedade e gerar um círculo virtuoso de aprendizado e crescimento. "Um dos pilares da Yamaha é retribuir à sociedade um pouco daquilo que ela recebe da região. Além das questões ambientais, temos um forte programa de responsabilidade social que tem como foco gerar conhecimento e inserir jovens no mercado de trabalho, através de um programa de educação técnica", diz Anderson Chaves, Gerente Executivo da planta em Manaus.

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